quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Nova composição do governo Mão Santa começa a ser discutida


 

A composição do governo municipal do prefeito Mão Santa (DEM), a partir de janeiro de 2021, começou a ganhar tom nos bastidores da articulação política. Até agora, os nomes mais conhecidos do primeiro escalão, são os únicos a terem a certeza de continuidade.


As mudanças já eram previstas desde o começo da campanha que reelegeu Mão Santa, mas que uma hora precisariam ser efetivadas. A grande surpresa vai ser o espaço de protagonismo que o Progressistas, partido do vice-prefeito eleito Beto Teles terá a partir do dia 01 de janeiro.


Embora os aliados do prefeito evitem falar das mudanças, o certo, é que duas das principais pastas, saúde e educação, passarão por mudanças.


O progressistas deve indicar o novo secretário de educação, essa escolha passará pelo crivo de Beto com o aval do senador Ciro Nogueira (PP-PI), a aliança do partido presidido nacionalmente pelo senador piauiense, com o prefeito Mão Santa favoreceu a expressiva votação registrada no último dia 15 de novembro, e agora é natural que haja essa conversa.


A saúde também passará por mudança. É que depois de um ano de desafios provocados pela pandemia, a intenção do governo é mudar a forma como a pasta vem sendo conduzida.


A comunicação é outra pasta que muda com a saída de Bernardo Silva, o jornalista já comentou em bastidores que entrega o cargo nesse mês. Com a saída de Bernardo, outros três nomes disputam a preferência do governo.


Os nomes que podem ser considerados “intocáveis” e que estarão novamente na composição do governo a partir do dia 01, são eles: Adalgisa Moraes Souza, Fábio Barros, Edrivandro Barros, Valdir Aragão e Gracinha Moraes Souza Nunes. A nova composição do governo dá quase certeza de realocação de parte dos apoiadores do prefeito, mas o que predomina é a vontade de mudança “dentro de casa”.

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